Arquivo para Reflexões

Um Brasil mais seguro…

… para George W. Bush 

Quem disse que o Brasil não é capaz de um forte esquema de segurança?  

Para receber o presidente americano, o Brasil receberá auxílio de 300 policiais vindos diretamente dos States. Além disso, a comitiva da segurança americana será reforçada por aproximadamente 200 policiais federais. O número pode cair um pouco, a depender de quantos integrantes do exército serão destacados para o evento – em São Paulo, o número de homens disponíveis gira em torno de 4000.

Ao chegar ao Brasil, no final da tarde de 8 de março, Bush deve seguir direto para um hotel, cujo nome tem sido mantido sob sigilo e que já foi totalmente reservado para receber os americanos. Claro. Sem nenhum outro hóspede de fora da comitiva, o hotel terá todos os seus andares monitorados. O presidente só deve sair no dia seguinte, para cumprir a agenda oficial.

Existe um grande esforço da equipe de segurança para evitar deslocamentos de Bush por São Paulo. A agenda de Bush prevê uma visita dele à ONG “Meninos do Morumbi” (entidade que atende cerca de 3.000 crianças e adolescentes com projetos de dança, canto e percussão.) 

Enquanto isso, a UNE espera um protesto de pelo menos 20.000 estudantes, que estarão “armados” de faixas, cartazes e muita, muita tinta vermelha! 

Um domingo para pensar: cadê a revolução estudantil? Ou: quem dera os cidadãos brasileiros contassem com uma segurança dessas. Ou ainda: vixi, vou pegar muito trânsito nessa semana!!!!

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O futuro no presente

Neste último domingo fui ao cinema para ver o tão comentado “À procura da felicidade” estrelado por Will Smith e seu filho Jaden Smith.


Apesar de ter achado o filme muito bom e de ter me surpreendido com o fato de que eu realmente me emocionei com a atuação de Will Smith (que, para mim, era apenas um ator de filmes bobos de ação ou comédia tosquinha), não estou aqui para falar do filme em si, mas sobre a mensagem que ele me passou.                

Logo no início do filme, Will Smith comenta que a felicidade é algo que se busca, mas nem sempre é encontrada. Como então fazemos para ter a certeza de que ela cruzará o nosso caminho? Como evitar as decepções, os erros, as dores, as perdas? Mas, pensando bem… isso não é  necessário para sermos felizes?     

Foi aí que me perguntei: na maioria das vezes, sou feliz ou sou triste? Eu nem sempre penso “sou feliz”. Aliás, é raro eu ter esse tipo de pensamento. Geralmente ou “estou triste” ou “estou normal”. Por que será que isso acontece?                

Há muito tempo cheguei à conclusão de que o ser humano não se permite ser feliz. Existe defeito em tudo e em todos. O céu nunca é azul o suficiente, o trabalho estressa, o namoro tem brigas e choros. Nunca estamos felizes.                

Aonde eu quero chegar com isso? Vendo a história de Chris Gardner (lembrando que o filme é baseado em uma história real), olhei para minha vida e pensei: eu sou feliz!

Assim como ele, eu enfrentei meus problemas (não que eles tenham algo de parecido com os problemas de Gardner, mas, oras, eles são os MEUS problemas) e estou onde eu sempre quis estar: boa faculdade, bom namoro, boa família (como diria o mestre Chico, “problema na família, quem não tem?”), bom trabalho, boa saúde!      

Sim, eu cheguei a uma conclusão: quando eu olhar para minha vida, olharei com os olhos de Gardner, acreditando sempre que EU faço o meu futuro e que ele depende do que eu escolho HOJE!!!

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Arrumação

Nada melhor pra fazer em um domingo chuvoso do que arrumar!!! Pode ser a casa, o estojo, a cabeça, uma caixinha de música quebrada, o coração… no meu caso, arrumei o meu quarto! Coisa de menina ficar arrumando todas as tranqueiras acumuladas durante a vida e que já nem têm mais utilidade. Mesmo assim, quem disse que jogamos fora?

Enquanto arrumava meu quarto, arrumei minha alma. Fui me livrando de objetos que foram tão importantes para mim no passado, e hoje não passam de entulho. Sempre é difícil jogar um pedacinho da nossa vida fora – mas é preciso, para que essas coisas dêem lugar a novas coisas! Eu precisava de espaço para as novidades!

Por que o ser humano tem mania de se prender ao que já passou? Ou será que isso só acontece comigo?

O meu domingo foi um dia de reflexão. Foi um processo interno de melhorias, evoluções, crescimento. Um dia para pensar o que estou fazendo com a minha vida, o que quero dela, quem eu quero nela.           

 Ah, se todos os domingos fossem produtivos assim!!!

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